Maximira Carlota é um nome não muito comum, ao menos no Brasil. Mas este é, sem dúvida, um mundo de aprendizagens e aprendi a gostar dele. MAXIMIRA tem sua origem com Maximilian, príncipe da Áustria e CARLOTA com sua noiva Charllote, neta do Rei da França que vivia na Bélgica. Ao casarem-se, vão passar a lua de mel na Itália onde Charlotte ganha o apelido de Carlota! MIRA já tem outra origem. Origina-se do Hotel Miramar, para o qual o casal se refugia após uma rebelião no México.
Minha cidadade natal, Pelotas, recebeu muita influência da cultura francesa em sua história, e minha própria família, embora brasileira e com fortes traços portugueses, ainda carrega hoje um sobrenome francês por parte da família de meu pai. Ambas as culturas francesa e portuguesa se fazem perceber em Pelotas e mito fortemente: seja na culinária e doces de ovos e nozes.. que na FENADOCE ganham o seu apogeu, seja nos monumentos, igrejas, chafarizes franceses espalhados por toda a cidade.
Mas por alguma razão, além do português e do francês, resolvi aprender inglês, e com ela trabalhar dos 17 aos 37 anos de idade. Foram muitos os lugares que trabalhei, e um numero maior ainda foram os países em que a ensinei. Não Não. Não viajei tanto assim. Em 2005 eu simplesmente comecei a ensinar este idioma pela WEB a pessoas de inúmeras nacionalidades.
Gosto disso. De inclusão. Democracia. Gosto de poder apresentar minha cultura, e ser apresentada a tantas outras. Por isso gosto de Inglês. De Redes Sociais. De gente e de comunidades. Minha tese de doutorado não poderia versar sobre outra coisa.
Os sujeitos de minha pesquisa são oriundos de diferentes nacionalidades, culturas, idades, classe social e gênero, e tem o objetivo de cooperarem uns com os outros, apesar de suas diferenças.
Algumas redes que gosto muito:
GTalk/Facebook/LinkedIN/WiziQ/Paltalk/Twitter: @maximira
Skype: maximiracarlota
